quarta-feira, 29 de setembro de 2010

mario lanza







Mario Lanza (Alfredo Arnold Cocozza) nasceu aos 31 de janeiro de 1921 na Filadélfia, filho de imigrantes italianos e morreu em Roma, aos 7 de outubro de 1959.






Pode-se considera-lo como um fenômeno da música no século XX, excepcionalmente nos anos de 1940 e 1950. Um magnífico tenor spinto com uma coloração belíssima e dono de uma potência extraordinária que lhe deram um timbre característico. Mas, apesar de tudo isso, ele não se dedicou a carreira lírica, dando preferência aos modernos meios de comunicação, como o rádio, o disco, o cinema e a televisão. Sua atuação mais famosa no cinema foi no papel de Enrico Caruso, no filme “O Grande Caruso”, que redeu cerca de 25 milhões de dólares aos produtores. Como cantor chegou a receber em menos de 1 ano 764 mil dólares por seus discos.







Foi descoberto pelo então regente, na época, da Orquestra Sinfônica de Boston, Serge Koussewitzky, ao ser apresentado pela sua professora de canto Irene Willians, que pediu a Mario para cantar “Vesti la Giuba” ao maestro, que ficou maravilhado com seu timbre e o chamou para ir até Tanglewood com a sinfônica, inciando assim uma das mais brilhantes carreiras de tenor século passado.
















Fonte last.fm Editado por marcustiso

terça-feira, 28 de setembro de 2010

cardapiocultural.podbean.com


Musica boa e de qualide é aqui vocês vão ouvir a historia e as musicas dos cantores que já se foram ou que estão por aqui nos agraciando com suas musicas,garanto que vão gostar.è só copiar o endereço e começar ouvir.

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

vassourinha


Ele nasceu Mário Ramos de Oliveira em 16 de maio de 1923 em São Paulo, filho de Mauro Almeida Ramos e Teresa Dias de Assunção, dados colhidos de sua carteira profissional, único registro encontrado.

Jaime Faria da Rocha, redator de textos comerciais da Rádio Record, vivia dizendo que na pensão onde morava havia um garoto com muito ritmo, cantor e tocador de pandeiro. No dia 10 de novembro de 1936, aos 12 anos de idade, foi admitido na rádio como contínuo, com salário de cem mil réis, no horário das 8 às 18 horas. À noite apresentava-se nos programas da emissora. Antes, em 1935, havia participado do filme "Fazendo Fita", último trabalho do diretor italiano Vittorio Capellaro, no qual se destacavam Alzirinha Camargo e a dupla Alvarenga e Ranchinho.

Ele começou cantando com o nome de Juracy, nome que servia tanto para homem como para mulher, já que sua voz tendia para timbres agudos, infantis. Em 1938, começou a intensificar suas atividades de cantor. O salário passou a ser de 300 mil réis e fazia muito sucesso cantando em dupla com Haidê Marcondes.

Houve um momento em que o nome Juracy já não lhe cabia bem, sendo necessário um apelido artístico mais convincente. Na Record, lembraram-se de um motorista de táxi (naquela época, chofer de praça) que havia em São Paulo, no Largo do Paissandu, cujo apelido era “Vassoura”. Negro muito alegre (“de risada escandalosa”, dizem os que o conheceram), ele havia conquistado essa alcunha pelo fato de, altas horas da noite, levar para casa os últimos freqüentadores do Ponto Chic, que, na ocasião, era o reduto da grã-finagem de São Paulo. Ou seja, este motorista “varria” os retardatários do Ponto Chic. Figura muito popular na capital paulista, “Vassoura” seria imediatamente lembrado ao se precisar de um nome artístico eficiente para o jovem Mário Ramos de Oliveira. Passaram então a inventar que Mário era filho do “Vassoura” – e assim ficou Vassourinha.

Foi nesse período que se tornou grande amigo de Isaura Garcia, também começando na Record, e apresentaram-se juntos em programas de rádio, em espetáculos de teatro e excursões pelo interior do Estado. Eles costumavam apresentar em dupla os números que Carmen Miranda cantava em dueto com Almirante e Luís Barbosa. Carmen Miranda tinha tanta admiração por ele, que quando vinha a São Paulo apresentar-se com sua irmã Aurora e o cantor Silvio Caldas, fazia questão de que Vassourinha participasse desses espetáculos.

Seu repertório nessa época era calcado quase todo no de Silvio Caldas, João Petra de Barros e Luís Barbosa. Este último, por sinal, havia sido o ponto de partida de Vassourinha. Luís Barbosa foi o introdutor do samba de breque, reconhecido como grande sambista, seja por sua bossa inigualável, seja pelas inflexões originalíssimas que imprimia ao que interpretava. Morreu de tuberculose em 1938, aos 28 anos de idade. Falou-se, na ocasião, que não haveria mais substituo para ele, pois do jeito que ele cantava ninguém mais seria capaz de fazer. Vassourinha demonstrava em tudo ser o sucessor natural de Luís Barbosa. Eles tinham a voz mais ou menos parecida, tendiam para as mesmas inflexões maliciosas do samba e gostavam de cantar acompanhando-se com pandeiro ou chapéu de palha. Foi, de fato, o que aconteceu. A partir de 1938, com o desaparecimento de Luís Barbosa, Vassourinha começa a ocupar-lhe o lugar. Nesse momento, seu único obstáculo para a projeção nacional é o fato de ser paulista e atuar em São Paulo. Mas, com todos os empecilhos que lhe são colocados pelas segregações do bairrismo nacional, ainda assim se faz notado e comentado em todo o país, a ponto de ter aparecido na capa da importante revista Carioca.

Pouco se sabe de sua vida particular já que sempre se mostrou muito reservado. Seus amigos mais próximos diziam que sempre que a conversa descambava para esse lado ele acabava mudando de assunto. O que se sabe é que morava na Barra Funda e não tinha irmãos.

Em 1940, enfim, surge a primeira oportunidade de gravação. Nessa ocasião, já ganhava 600 mil réis na Record e em sua carteira profissional constava que era “cantor e auxiliar de escritório”. O compositor Antônio Almeida tinha ido à rádio para acertar com a direção uma temporada com os Anjos do Inferno, de quem era uma espécie de empresário. Enquanto conversava com Raul Duarte e Blota Júnior, ouviu bem próximo alguém cantando seus sambas e descobriu ser um garoto do elenco da rádio a quem chamavam de Vassourinha. Raul Duarte pediu-lhe que usasse de sua influência no Rio de Janeiro para conseguir-lhe uma gravação. Vassourinha interpretava um choro de João de Barro e Alberto Ribeiro, “Seu Libório”, que havia sido lançado muito tempo antes por Luís Barbosa. Luís inclusive havia cantado “Seu Libório” no filme “Alo, alô, Carnaval”, de Wallace Downey e Ademar Gonzaga, lançado em 1936, mas como pertencia a outra gravadora, João de Barro – nesta época ligado a Columbia – não autorizou o registro, aguardando outra oportunidade. Essa era a oportunidade e Almeida usou esse argumento para convencer Braguinha a aceitar Vassourinha na Columbia. Do outro lado dessa gravação, colocariam outro choro – “Juracy” – este do próprio Almeida e de Ciro de Souza.

Em meados de 1941, Vassourinha gravava seu primeiro 78 rpm. Tinha cinco anos de rádio e dezessete de idade. “Seu Libório” e “Juracy”, desse disco lançado em 23 de julho de 1941, conquistaram extraordinário sucesso em todo o Brasil. Tinham no acompanhamento Chiquinho e seu ritmo. Na mesma sessão de gravação, Vassourinha havia gravado mais duas músicas, ao que tudo indica, “Emília” (de Haroldo Lobo e Wilson Batista) e “Ela vai à feira” (de Roberto Roberti e Almanyr Greco), que seriam lançadas em um 78 rpm dois meses depois, em 19 de setembro. Nem bem as duas primeiras músicas haviam se projetado como sucesso nacional, “Emília” também estourava, aumentando ainda mais o prestígio de Vassourinha e tornando-se o número mais característico de seu repertório. Em novembro, o cantor é chamado novamente ao Rio para gravar mais quatro músicas, ou como se dizia na época “quatro faces”. Registrou quatro músicas para o Carnaval de 1942: “Chik, chik, bum” (marcha de Antônio Almeida), “Apaga a vela” (marcha de João de Barro), “Olga” (samba de Alberto Ribeiro e Satyro de Mello) e “Tá gostoso” (marcha de Alberto Ribeiro e Antônio Almeida) que foram lançadas simultaneamente em dois discos em 3 de dezembro de 1941.

Com o sucesso no Rio, a Record começava a perdê-lo. Apesar do enorme sucesso, não chegou a ter um bom resultado financeiro já que se ganhava muito pouco com discos e shows. Costumava freqüentar o Café Nice, onde tomava chope e se encontrava com os maiores cantores e compositores da época. As duas derradeiras gravações de Vassourinha foram feitas em março de 1942, com acompanhamento de Benedito Lacerda e seu regional. Os quatro sambas – “...E o juiz apitou” (de Antônio Almeida e J. Batista), “Amanhã eu volto” (de Antônio Almeida e Roberto Martins), “Amanhã tem baile” (de Haroldo Lobo e Milton de Oliveira) e “Volta pra casa, Emília” (de Antônio Almeida e J. Batista) – saíram em discos respectivamente lançados em 25 de abril e 12 de maio, conquistando novo sucesso. Uma curiosidade: o J. Batista, parceiro de Almeida, não é outro senão o grande Wilson Batista, que, na ocasião, havia mudado para outra sociedade e por isso aparecia com outro nome. Autor de uma sociedade não podia fazer parceria com autor de outra, daí que Wilson se escondeu sob o nome do pai, José Batista, assinando como J. Batista.

Nessa época, começou a sentir os sintomas da doença que viria a vitimá-lo. Costumava agarrar-se aos cotovelos alegando dores estranhas nos ossos. Em julho de 1942, ao chegar de trem de São Paulo, Vassourinha telefonou ao compositor Ciro de Souza, marcando um encontro para tratar de detalhes da gravação que iria fazer de um novo samba dele chamado “Mademoiselle Joujoux”. Combinaram de se encontrar na Galeria Cruzeiro, na avenida Rio Branco. Ao ver Vassourinha, Ciro ficou espantado com sua aparência. Ele estava abatido, com febre alta e confessou não estar se sentindo bem. Ciro levou-o ao consultório de um amigo, Dr. Mário Braune, na rua São José, que o examinou durante 40 minutos e concluiu que o caso era muito sério e que era tarde demais. Ciro não entendeu direito a explicação do médico, mas parecia tratar-se de uma doença muito rara, onde entrava tuberculose, reumatismo e outras moléstias e que já havia atingido o coração, havendo necessidade de socorro urgente. Antes de aplicar-lhe uma injeção, o médico recomendou que o rapaz voltasse para São Paulo em passagem sem leito. Segundo ele, “se esse moço se deitar, não levanta mais”. Ciro comprou passagens para o trem das 21 horas, mas não pode acompanhá-lo na viagem pois era funcionário do Arsenal de Guerra e não podia faltar ao serviço. Ele explicou a situação ao chefe do trem, que vinha a ser um grande admirador de Vassourinha, e este prometeu que cuidaria dele durante toda a viagem e ajudaria na chegada a São Paulo. Pediu a Vassourinha que telefonasse ao Rio informando seu estado de saúde. Passados oito dias sem notícias, Ciro de Souza foi para São Paulo e encontrou-o em casa – descrita por Ciro como “muito limpinha, apesar de pobre” – com uma péssima aparência. Falava mal e mostrava-se muito ofegante. Isaura Garcia visitou Vassourinha durante essa fase e na sua opinião faltou-lhe assistência médica adequada. Sua mãe estava certa que a causa de todo o mal tinha sido a viagem ao Rio, onde deveria ter tomado algum golpe forte de ar e o tratava com benzeduras e arruda. Quando o médico chegou, já era tarde demais. Segundo Isaurinha, o médico lhe calcava o dedo na testa e os ossos afundavam, como se virassem pó.

A causa da morte de Vassourinha é até hoje desconhecida. Na baixa de sua ficha na Rádio Record, consta como tendo sido 31 de julho de 1942 a data de seu falecimento. Raul Duarte, porém, dizia ser 3 de agosto a data correta. O certo, enfim, é que desaparecia, aos 19 anos de idade, uma das maiores revelações de todos os tempos da música popular brasileira.


Suas 12 gravações – reunidas em um LP da Continental em 1976 - foram relançadas recentemente em CD na coleção "Arquivos Warner".

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

monsueto



Monsueto Campos de Menezes (Rio de Janeiro, 4 de novembro de 1924 — Rio de Janeiro, 17 de março de 1973) foi um sambista, cantor, compositor, instrumentista, pintor e ator brasileiro

Sambista que transitava por todas as escolas de samba sem ser diretamente vinculado a nenhuma, é o autor de sambas clássicos como "Mora na Filosofia" e "Me Deixa em Paz". Nascido no morro do Pinto, tocou como baterista em alguns conjuntos, inclusive no Copacabana Palace. Seu primeiro grande sucesso foi "Me Deixa em Paz" (com Airton Amorim), gravado em 1952 por Marília Batista. Em seguida outros intérpretes gravaram outras composições de sua autoria. Atuou também em cinema e na televisão, onde interpretava o popular personagem Comandante, na TV Rio. No fim da década de 1960 passou a dedicar-se mais à pintura primitivista, participando de exposições e recebendo prêmios. Em 1970 participou da gravação de "Tonga da Mironga do Kabuletê", que marcou o início do êxito da dupla Toquinho/ Vinicius de Moraes. Depois de sua morte outros cantores e compositores regravaram suas músicas, dando a Monsueto o merecido destaque. Alaíde Costa gravou "Me Deixa em Paz" no disco Clube da Esquina, de Milton Nascimento, Caetano Veloso gravou "Mora na Filosofia" no disco Transa e muitos outros.

Gravações de Monsueto
Todas compostas pelo próprio, exceto onde notado.

A fonte secou (com Tufic Lauar e Marcléo)
Eu quero essa mulher assim mesmo (com José Batista)
Me deixa em paz (com Aírton Amorim)
Mora na filosofia (com Arnaldo Passos)
Couro do falecido (com Jorge de Castro)
Tá para acontecer (com José Batista e Ivan Campos)
Levou fermento (com José Batista)
Me empresta teu lenço (com Elano de Paula e Nicolau Durso)
Rua Dom Manuel (com Jorge de Castro)
Senhor Juiz (com Jorge de Castro)
Prova Real (de Oderlandes Rodrigues, Edson Santana e Amado Régis)
Bola Branca (de Antônio Guedes, Otávio Lima e Estanislau Silva)
Chica da Silva (de Anescar e Noel Rosa)
Maria Baiana
Sambamba
Copacabana de tal
Este samba tem parada
Água e azeite (com Estanislau Silva)
Na menina dos meus olhos (com Flora Mattos)
Lamento da lavadeira (com João Vieira Filho e Nilo Chagas)
Na casa de Antônio Jób (com Venâncio)
Nó molhado (com José Batista e Ivan Campos)
Morfeu (com Luiz Reis)
Segunda Lua-de-Mel (com Flora Mattos)
Fogo no morro (com José Batista)
Aula de samba francês
Mané João (com José Batista e Ivan Campos)
Retrato de Cabral (com Raul Marques

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

pedro celestino




Pedro Celestino era irmão de Vicente Celestino, cantor que grande sucesso alcançou com muitas músicas, principalmente com a gravação de"O Ébrio". Pedro Celestino, irmão mais novo, também era cantor e já em 1928 gravou:"Gosto de Apanhá", pela Odeon. E também: "Viva a Penha". No mesmo ano lançou o tango:"Caboquinha"e "Peixinhos do Mar". Em 1929, lançou"O Guasca", e o fado-toada:"A Vida É Um Inferno , Onde As Mulheres São Os Demônios", que era de autoria de Lamartini Babo e Zeca Ivo. Gravou ainda : "Campineiro", de Sinhô. Em 1931 participou da opereta:"As Pastorinhas", no Teatro Recreio, do Rio de Janeiro.

Depois de 10 anos, voltou a gravar e o fez em 1941, gravando a valsa:"Pertinho do Céu", de Vicente Paiva e Ariovaldo Pires. Depois gravou:"História de Circo". Em 1947, gravou de sua autoria:"Confissão"e de Átila Iório e Alberto Oliveira :"O Vagabundo".Em 1948, gravou: "Supremo Adeus", de Belmácio Jordão e Benedito Costa e "Desespero", de René Bittencourt. Depois gravou o tango:"Guitarra de Marfim", de Arlindo Pinto e J.M. Alves. Em 1953 gravou : "Olhos Criminosos", de René Bittencourt e: "Rua da Saudade", de Arnaldo Pescuma.

Foi por essa época que Pedro Celestino apareceu na TV Tupi de São Paulo e, ao lado de Tersina Sarraceni fez uma temporada de operetas. Isso foi muito importante para a TV Tupi, pois eram encenadas operetas famosas, com grandes interpretes e grandes cantores. Vários atores da TV Tupi entraram na programação, tais como: João Monteiro,Marcos Ayala, Tânia Amaral,Arnaldo Pescuma e a orquestra comandada pela maestro Petriolli.

O sucesso de Pedro Celestino foi total, principalmente quando foi montada a famosa opereta:"A Viúva Alegre"

discos gravados

Odeon - 122.078 (1922)

1. Ó Rosa (J. B. da Silva "Sinhô")
Marchinha

Odeon - 122.976 (1926)

1. Morena Do Sertão (Freire Júnior)
Modinha

Odeon - 122.978 (1926)

1. Ó Rosa (J. B. da Silva "Sinhô")
Marcha

Odeon - 123.020 (1926)

1. Balacuchée (Américo Guimarães)
Samba

Odeon - 123.021 (1926)

1. Dona Boa (d. Boa) (morena) (F. Martins)
Samba

Odeon - 123.027 (1926)

1. Quem Fala De Mim Tem Paixão (J. B. da Silva "Sinhô")
Samba

Odeon - 123.028 (1926)

1. Ai Noêmia (Francisco A. Da Rocha)
Samba

Odeon - 123.029 (1926)

1. Morro De Mangueira (Manoel Dias)
Samba

Odeon - 123.054 (1926)

1. Pobrezinho (Joubert de Carvalho)
Tango

Odeon - 123.056 (1926)

1. Seduções De Um Beijo (Joubert de Carvalho)
Valsa

Odeon - 123.057 (1926)

1. Sinos De Natal (Erothides de Campos)
Tango

Odeon - 123.084 (1926)

1. Agonia (Joubert de Carvalho)
Tango

Odeon - 123.085 (1926)

1. Ave-Maria (Erothides de Campos)
Valsa lenta

Odeon - 123.296 (1927)

1. Tudo Acabado (Cândido das Neves "Índio")
Canção

Odeon - 123.297 (1927)

1. Teu Amor Foi Minha Vida (José Francisco de Freitas)
Canção

Odeon - 123.308 (1927)

1. Salve Rainha (José Francisco de Freitas)
Valsa lenta

Odeon - 123.309 (1927)

1. Revivendo O Passado (Francisco Léo)
Valsa lenta

Odeon - 123.312 (1927)

1. Malandrinha (Freire Júnior)
Modinha

Odeon - 123.313 (1927)

1. O Fim Do Mundo Onde É (J. B. da Silva "Sinhô")
Samba

Odeon - 123.314 (1927)

1. Saudade (J. B. da Silva "Sinhô")
Canção

Odeon - 123.315 (1927)

1. O Vagabundo (Sebastião Santos Neves)
Tango Canção

Odeon - 10.095 (1928)

1. Gosto De Apanhá (Antônio Lopes de Amorim Diniz ''Duque'')
Samba

2. Viva A Penha (Tuiu)
Maxixe

Odeon - 10.198 (1928)

1. Caboquinha (Alfredo Gama)
Tango

2. Os Peixinhos do Mar (Tradicional)
Não Informado

Parlophon - 12.813 (1928)

1. Caprichosa (Sotero de Souza)
Tango Canção

2. A Geada (Sotero de Souza)
Canção

Parlophon - 12.949 (1929)

1. O Guasca (Zeca Ivo)
Canção sulina

2. Vida É Um Inferno Onde As Mulheres São Demônios (Lamartine Babo / Zeca Ivo)
Fado tango

Parlophon - 12.978 (1929)

1. Campineiro (J. B. da Silva "Sinhô")
Coco

Odeon - 11.979 (1941)

1. Pertinho Do Céu (Vicente Paiva / Capitão Furtado)
Valsa

2. História De Circo (Paulo Mac Dowell / Edgard Barroso)
Canção

Odeon - 12.791 (1947)

1. Confissão (José Francisco de Freitas / Pedro Celestino / Adolar)
Canção

2. Lágrimas De Pierrô (Átila Iório / Alberto Oliveira)
Tango Canção

Odeon - 12.862 (1948)

1. Supremo Adeus (Belmacio Pousa Godinho / Benedito Costa)
Valsa

2. Desespero (René Bittencourt)
Canção

Todamérica - TA-5.288 (1953)

1. Alma Cigana (René Bittencourt)
Bolero

2. Guitarra De Marfim (J. M. Alves / Arlindo Pinto)
Tango

Todamérica - TA-5.314 (1953)

1. Meu Segredo (René Bittencourt)
Tango Canção

2. Rua Da Saudade (Arnaldo Pescuma)
Canção

Fontes: Dicionário Cravo Albin da MPB; Pró-TV - Associação dos Pioneiros, Profissionais e Incentivadores da TV Brasileira

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

sharon tate


Sharon Marie Tate (Dallas, 24 de Janeiro de 1943 — Los Angeles, 9 de Agosto de 1969) foi uma atriz norte-americana e uma das mulheres mais bonitas da Hollywood da década de 1960. Morreu de maneira trágica, brutalmente assassinada, aos oito meses de gravidez, pela notória Família Manson.

Modelo e atriz
Sharon foi a primeira de três filhas a nascer da união entre o coronel Paul Tate e Doris Tate. Aos seis meses, ganhou o seu primeiro concurso de beleza, sendo coroada Miss Tiny Tot de Dallas, Texas, sua cidade natal. Os seus primeiros trabalhos na vida artística foram como modelo de comerciais, editoriais de moda e capas de revista, tornando-se uma das cover-girls mais conhecidas do país.

Sharon começou a chamar atenção no mundo do cinema com sua aparição em Não Faça Onda, de 1967, uma comédia hedonista com Tony Curtis e Claudia Cardinale, pelo seu corpo perfeito e seu lindo rosto , o que a levou a estrelar a comédia de humor negro A Dança dos Vampiros, de Roman Polansky, cineasta polonês com quem se casou em 1968 e formou um dos casais mais charmosos e populares do meio artístico nos Estados Unidos e na Europa, com seus passos perseguidos pela imprensa de todo o mundo.





Assassinato
Ver artigo principal: Caso Tate-LaBianca
Sharon Tate começava a atingir o superestrelato no final dos anos 1960, depois de ser uma das protagonistas do filme O Vale das Bonecas (1967), baseado no best-seller de Jacqueline Susann e do último filme da série Matt Helm, com Dean Martin, quando sua carreira e sua vida foram interrompidas por seu brutal assassinato e de mais três amigos, todos da sociedade de Los Angeles, dentro de sua própria casa por integrantes da Família Manson, comandada pelo psicopata Charles Manson, enquanto seu marido se encontrava na Europa, produzindo um novo filme.

Sharon estava então grávida de oito meses e meio de seu primeiro filho e seu assassinato foi considerado uma das maiores tragédias ocorridas na sociedade e na história criminal americana.

Charles Manson, o mentor intelectual da chacina, e seus assassinos, Charles “Tex” Watson , Susan Atkins e Patricia Krenwinkel, autores do que ficou conhecido como o Caso Tate-LaBianca, foram condenados à morte, pena depois comutada pelo estado da Califórnia em prisão perpétua. Todos estão presos até hoje, tendo sido negadas todas as petições de liberdade condicional através dos anos.
Fonte wikipédia

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

francisco lomuto


Foi graças ao som da orquestra de francisco lomuto que começa a historia da loja casa lomuto no começo dos anos 40 ,José Cardilho o primeiro dono da Casa Lomuto batizou sua loja de discos nessa epoca os discos antigos eram do começo do seculo e era mecanica , e depois de anos passou para Roberto Gambardella que presevou o nome da loja e passou ,para Antonio Rodrigues Veneziano que preserva tambem o nome que a loja é historica alem de ser o 1° sebo de discos de São Paulo é o clube do 78 rpm .







Francisco Juan Lomuto (Buenos Aires, 24 de novembro de 1893 - ídem, 23 de dezembro de 1950) foi um pianista, diretor de orquestra e compositor de tango argentino.

Filho de napolitanos nascido no bairro Parque de los Patricios. Seus pais já cultivavam a música uma vez que seu pai era violinista e sua mãe pianista. Francisco recebeu as primeiras lições de música de um de seus nove irmãos.

Com 13 anos compõe o seu primeiro tango: El 606, referindo-se a um medicamento indicado para doenças venéreas. Esse tango foi imediatamente gravado o que animou o então adolescente Lomuto a abraçar definitivamente o tango ,gênero musical de que seria um dos maiores nomes de todos os tempos.

O seu primeiro grande êxito chegaria em 1918 com o tango Muñequita, com letra de Adolfo Herschel, que foi gravada em 1920 por Carlos Gardel, que gravaria posteriormente muitas outras obras de Lomuto.

Durante muitos anos trabalhou para casas de música, tocando as peças que lhe requeriam os clientes.

Depois de muito obrar no meio musical, consegue enfim em 1922 formar o seu primeiro conjunto que gravaria 950 fonogramas até a morte de Pancho, como são carinhosamente chamado os Franciscos em espanhol.

Foi um grande amigo de Francisco Canaro, com quem se orientava no crescimento de sua carreira, e seu ar bonachão lhe rendeu muitas amizades no meio tangueiro que lhe foi eternamente grato ao seu aporte ao tango dançável que foi sucesso mundial em sua época

fonte wikipédia